quarta-feira, 25 de fevereiro de 2009

Dicas para seu Chevette


Lanternas:
Nunca instale lanternas traseiras ou dianteiras do pisca, que não sejam as originais de fábrica. O baixo custo das paralelas podem não compensar, pois em aproximadamente 2 meses elas estarão completamente amareladas e foscas. É aconselhavel também a utilização das novas lanternas hoje disponíveis no mercado, como no caso das lanternas traseiras e pisca da frente em acrílico. (É aconselhável que ao efetuar a troca, seja feito então a troca do par, para manter a uniformidade).
Molas e Amortecedores:
Quando é feita a troca de Molas e/ou Amortecedores, é sempre aconselhável a troca dos quatro amortecedores ou as quatro molas. Nunca deve ser feita a troca de apenas uma mola, ou um amortecedor, no mínimo deve ser feita a troca de pelo menos dois de uma só vez. Quando é feita a troca dos amortecedores e molas, é comum repararmos que o carro apresente uma deformidade. A frente do carro pode ficar muito alta, até mesmo mais alta que a traseira, quando o correto é um leve desnível com a frente mais baixa que a traseira, ou o um mesmo nível para as quatro rodas. Os mecanicos dizem que nao há problema nisso, mas se enganam. A única solução é o corte de 1/2 elo das molas dianteiras (nunca mais que isso, ou será necessário mexer também nas molas traseiras).
Rodas:
Quando as rodas originais são substituídas por aros 14 ou 15, o carro se transforma, sua já ótima estabilidade melhora muito, para muitos até perde a emoção de dirigir, pois por estar mais estável faz também com que fique mais duro, e aumenta consideravelmente o consumo de combustível. Nas curvas que era comum aquela cantadinha de pneu, nem vai mais ser notada.
Limpeza:
É necessário alguns cuidados na limpeza de seu carro, não realize o processo de lavagem sob sol intenso; dê preferência a sombras porque no sob o sol intenso a espuma seca muito rápido sobre a pintura causando manchas. Siga algumas etapas para uma lavagem ideal: 1. Jogar água sem aditivos para remover a poeira. 2. Iniciar a lavagem utilizando xampu neutro para carro, nunca detergente.3. Para ensaboar o carro, utilize esponja ou tecido macio. 4. Enxague e enxugue bem o carro de modo a evitar manchas sempre utilizando um tecido macio. 5. A secagem também é muito importante para evitar manchas. Seque bem! 6. Para um acabamento mais refinado, faça um enceramento manual dando preferência para as ceras que tenham teflon ou slicone, que criam uma pelicula protetora sobre a pintura. Outra alternativa são as ceras cristalizadoras que garantem bons resultados por até 6 meses, desde que o carro não seja lavado com produtos abrasivos.7. Açúcar e Água não é pretinho e nem silicone, para os pneus passe pretinho legítimo a base de água. 8. Internamente utilize o aspirador de pó para retirada de pequenos resíduos.9. Para as partes internas de plástico ou borracha, utilize silicone pois dará uma maior proteção.
Velas e Bobinas:
Atenção para cabos de vela e principalmente para a bobina, pois esta pode ter seu contato metálico com o cabo corroído, o que faz a ligação do cabo direto com a porcelana da bobina, fazendo com que a corrente de um salto. Isso pode parecer uma falha na alimentação de combustível (o carro fica trepidando e não desenvolve), levando a custosa e inúteis abertura de tanques, verificação de mangueiras etc.
Funcionamento para carros a Álcool:
Para um bom funcionamento é necessário reduzir totalmente a aceleração do afogador (lá no carburador), aumentando o curso da alavanca de comando no painel. Com isso o carro mostra um bom desempenho andando normalmente com o motor frio em dias de baixíssimas temperaturas. Para isso é necessário, dar a partida com o afogador puxado totalmente, e funcionando por aproximadamente cinco minutos, então reduzindo o afogador até atingir uma marcha próxima a lenta com metade do curso. Obs: Andar com o carro frio pode danificar o motor.
Cuidados com Infiltração:
No chevette é comum observarmos infiltrações em dias de chuva. Veja alguns pontos primordiais que devem sempre ser observados. A cavidade do estepe, porque se a borracha de vedação da tampa do porta-malas se desprender, pode acumular água e provocar corrosão, visto que a água entra no porta malas e se acumula na cavidade do estepe e outros cantos. Limpar a junção de borracha do porta-malas, pois ali em especial armazena sujeiras, causando "bolhas"de corrosão. Observar o encaixe dos logotipos 1.6 , 1.6/S, Chevrolet e Chevette. Costuma, com o passar do tempo, a infiltrar água e acumular dentro da tampa do porta-malas, resultando em uma ferrugem generalizada na tampa do porta malas. Pode-se vedar tais pinos do logotipo, internamente, com massa para calafetar. Limpar e trocar as borrachas do tanque de gasolina de partida a frio. O abastecimento contante do reservatório provoca o acúmulo de impurezas e de gasolina não aproveitada, que podem entupir os caninhos do sistema. Os restos de tal limpeza são surpreendentes. Costuma-se em dias de chuva perceber nos pés do carona alguns pingos de água, isso ocorre porque o sistema de escoamento de água presente abaixo dos limpadores de parabrisas tem sua saída atrás da bateria, sendo que a bateria armazena sob ela uma umidade tal, capaz de comer de ferrugem toda a lataria abaixo da bateria. A ferrugem por sua vez causa furos na lataria que faz com que quando a água seja escoada, caia toda dentro do carro, justamente nos pés do carona. É necessário a retirada da bateria e bolar um sistema de escoamento abaixo dela, de modo que a água não pare para que isso não venha a ocorrer.

quinta-feira, 27 de novembro de 2008

Estou de volta

Bem pessoal estive um tem fora do ar, mas voltei com força total,vendi o meu chevas e comprei um voyage,me arependi.Depois de cinco meses estou de volta ao chevas,da onde não saio tão cedo,podem mardar fotos,cometarios para adalbertojunior28@gmail.com

quinta-feira, 21 de agosto de 2008

Chevette do dia


Pessoal mandem fotos,e tudo que tiverem de seus chevas que eu posto aqui,valeu.

terça-feira, 22 de julho de 2008

Cara,essa semana troquei o meu chevas por um Voyage,me doeu muito o coração mais foi o jeito,pois o chevas tava com o motor quase trancado,e eu não tinha dinheiro para fazer,então troquei por um Voyage.

quarta-feira, 25 de junho de 2008

Novo lançamento da GM o mais novo GMW,ficou legal,muito criativo,gostei.





terça-feira, 27 de maio de 2008

Troca do Comando do Chevette




Nessa mat�ria vamos abordar a instala��o e os cuidados que se deve ter na instala��o do comando de v�lvulas especial em um Chevette. Al�m dos cuidados necess�rios veremos o que deve ser checado e revisado. A instala��o de um comando especial em um motor de Chevette, requer uma s�rie de cuidados e verifica��es geom�tricas, que podem levar a necessidade de modifica��es e adequa��es para que o motor traga bons resultados, e que principalmente os resultados sejam duradouros.
A decis�o de repotenciar um motor deve principalmente ocorrer em um motor cujo sua vida �til ainda n�o estiver comprometida. Ele deve sofrer uma boa revis�o geral em todos os seus componentes mec�nicos para garantir uma vida �til prolongada ap�s sua �vitamina��o�. A principal delas � checar a compress�o dos cilindros e com o aux�lio de um especialista mec�nico, ouvir o barulho do motor e �sentir� o desempenho do mesmo. Ap�s essas verifica��es e a constata��o de que o motor se encontra em perfeito estado, vamos para os itens a ser avaliado para que o motor receba o �novo� comando de v�lvulas:
Vedadores de �leo - Devem ser novos. Usar os aplic�veis nos motores a gasolina por serem menores.
Balancins - Novos ou retificados. Sempre em m�quinas espec�ficas e nunca manualmente.
Pastilhas de apoio dos Balancins - Instalar novas.
Guias de V�lvulas - trocar se estiverem gastas. A sua montagem deve ser verificada quanto a sua altura livre at� o prato de molas superior. Com o vedador montado o espa�o livre n�o deve ser inferior a 12/13mm. A sua usinagem para aumento desta folga pode ser necess�ria.
Molas de v�lvulas - Trocar por novas, originais. Se o motor for muito rodado e para evitar quebras por fadiga de material, preferencialmente n�o instalar molas mais fortes, pois os conjuntos mec�nicos s� entram em flutua��o acima de 7000 rpm.
Prato superior de mola - Devem ser usinados em at� 2mm em sua parte inferior, caso a dist�ncia at� o vedador seja inferior a 12mm. A maior parte dos perfis oferece geometricamente uma movimenta��o de v�lvulas de at� 11,5mm.
Correia do comando - Instalar nova.
Valvulas e sedes de valvulas - Retificar e assentar para obter uma vedação perfeita. O aumento da distancia entre o vedador e o prato de mola pode ser conseguido com esta usinagem. Esta operação influi de maneira significativa no valor relativo do levante de válvula. Quanto mais �dentro� se sua sede ficar a valvula, menor o levante de v�lvula alcan�ado, mas em contra partida, melhor ser� a geometria de funcionamento dos balancins.
Toda a montagem de um comando especial, pressupô�e sempre numa melhor performance do motor e isso esta� relacionado com a vida �til do motor, que tem que ser a maior possivel. Seguindo essas dicas seu motor vai ter uma pequena redução na vida util, pois todas as medidas foram tomadas para que n�o haja quebras. Se você� for um motorista que respeita o limite de rota��o do motor e fizer a manutenção preventiva e usar oleo de boa qualidade, provavelmente seu motor vai durar por muitos e muitos km.

terça-feira, 15 de abril de 2008

Chevetteiros Ceará

Tribo não é só uma denominação indígena, mas também do universo do automobilismo. Conheça a tribo dos apaixonados pelo Chevette, os chevetteiros

Oicialmente, o “Clube dos Chevetteiros.CE” foi fundado quase recentemente, em 2006, ano passado. Mas o amor pelo modelo Chevette -aquele carro que quando surgiu no País nos fazia lembrar um sapo - remonta desde quando eles eram crianças. Bom, isso é o que declara Leopoldo Barreto, o vice-presidente da organização.

“O objetivo da criação do Clube foi agregar pessoas que têm uma afinidade pela marca e modelo do carro. Na verdade, chamo isso mais do que afinidade, chamo isso de veneração”, explica ele, empolgado.

Nesses encontros - sempre realizados uma vez a cada mês, no estacionamento do Hiper Mercantil, da Av. Bezerra de Menezes - através de um bom bate-papo, eles chegam a trocarem idéias, informações e dicas sobre determinadas peças da marca. “Vira uma questão de hobbie. Tem gente que investe em acessórios valores que te chamariam de doido, até mais que o valor real do carro”, diz. Como xodó, expõem sempre o Chevette Tubarão 74.

Foi nessas reuniões que, estruturalmente, a idéia do Clube adquiriu forma. “A amizade, sem dúvida, foi um ponto preponderante para que isso acontecesse e o Chevette foi o ponto de partida”, reflete. De acordo com seus cálculos, a média é de 30 Chevettes e seus donos, em cada encontro.

Atualmente, o Clube contabiliza 56 associados cadastrados, de carteirinha. Na hieraquia, encontra-se o presidente, o vice, os diretores de marketing, comercial e o tesoureiro.

Leopoldo conta que já possuiu cinco carros e, imaginem, todos chevettes! “É um carro bom, fácil de adquirir economicamente justamente pela questão de ser bastante barato: de colocar acessórios, de fazer a manutenção, enfim, várias outras coisas que unificadas reforçam o apego ao carro”, salienta o vice-presidente.

O presidente dos “Chevetteiros. CE”, Jarbas Glauber, em termos de números, não fica para atrás, pelo contrário, supera seu vice. Em seu currículo, ele já teve oito Chevettes em sua vida. “O amor pelo veículo veio desde quando meu avô falava que o modelo era bom. Depois, meu pai comprou um. Por conseqüência, em vez de ser um fusquinha, o Chevette Copacabana bege 79 foi o meu primeiro carro”, lembra.

Num mundo globalizado como o nosso, os Chevetteiros.Ce estão também bastante antenados, com uma página eletrônica“www.chevetteiros-ce.cjb.net”. Via internet, diariamente, eles fazem intercâmbio com outros internautas de vários estados que possuem clubes de Chevettes, como Curitiba, Rio de Janeiro e São Paulo, dentre outros.

Nas regiões Sul e Sudeste, as associações que reúnem Chevettes são mais organizadas e volumosas, confessa Glauber. O clube mais conhecido do modelo fica no Paraná, denominado Os Cheveteiros de Curitiba.

Em Fortaleza, quem tem um Chevette na garagem e deseja virar sócio, o associado terá uma série de vantagens, afirma Leopoldo. Uma delas é o “socorro chevetteiro”, que resgatará, em caso de prego, o associado onde estiver.

Para isso, o futuro membro deverá preencher uma ficha e pagar uma taxa de inscrição que dá direito a adesivos, camisas e chaveiros. A mensalidade girará em torno de R$ 10 para a manutenção (site, material para a divulgação) do Clube.

Segundo Glauber, os chevetteiros também não esqueceram o lado social, a solidariedade. “Parte desse valor, do fundo de caixa, será doado a instituições de caridade”, finaliza o presidente. Quem gosta de Chevette não pode perder a oportunidade de entrar no Clube.

FIQUE POR DENTRO

A história de um sedan da Chevrolet

O Chevrolet Chevette foi um veículo da General Motors, lançado no Brasil, em 1973, como um sedan de duas e (mais tarde) quatro portas, esta última pouco vendida.

O Chevette também teve versões hatchback e station wagon, esta chamada de Marajó, ambas com duas portas. Também teve uma picape, a Chevy 500 (de 1983 a 1995). Foi equipado com motores de 1.0 (só o Júnior), 1.4 e 1.6 (carburação simples ou dupla ´S´) litro, a gasolina e a álcool.

A última unidade do Chevette no Brasil saiu da fábrica em 12 de novembro de 1993. No entanto, teimando contra o tempo, é comum encontrá-los trafegando pelas ruas e estradas, uma vez que foi um modelo que alcançou um expressivo número de vendas: cerca de 1,6 milhões de unidades e demonstrou ser bastante robusto, arrebatando uma legião de fãs. O Corsa da segunda geração tornou-se seu sucessor no Brasil.

É bom lembrar que o Chevette negociado no Brasil foi essencialmente o Opel Kadett da geração ´C´, vendido na Europa. Nos bastidores, comenta-se que a americana GM não lançou o carro com o mesmo nome no Brasil, porque temiam algum tipo de problema ou associação com o governo militar então vigente.

Anos mais tarde, em 1989, o Chevette viria a coexistir com o Kadett ´E´ (lançado na Europa, em 1984) no Brasil.