quinta-feira, 27 de novembro de 2008
Estou de volta
quinta-feira, 21 de agosto de 2008
terça-feira, 22 de julho de 2008
terça-feira, 27 de maio de 2008
Troca do Comando do Chevette

Nessa mat�ria vamos abordar a instala��o e os cuidados que se deve ter na instala��o do comando de v�lvulas especial em um Chevette. Al�m dos cuidados necess�rios veremos o que deve ser checado e revisado. A instala��o de um comando especial em um motor de Chevette, requer uma s�rie de cuidados e verifica��es geom�tricas, que podem levar a necessidade de modifica��es e adequa��es para que o motor traga bons resultados, e que principalmente os resultados sejam duradouros.
A decis�o de repotenciar um motor deve principalmente ocorrer em um motor cujo sua vida �til ainda n�o estiver comprometida. Ele deve sofrer uma boa revis�o geral em todos os seus componentes mec�nicos para garantir uma vida �til prolongada ap�s sua �vitamina��o�. A principal delas � checar a compress�o dos cilindros e com o aux�lio de um especialista mec�nico, ouvir o barulho do motor e �sentir� o desempenho do mesmo. Ap�s essas verifica��es e a constata��o de que o motor se encontra em perfeito estado, vamos para os itens a ser avaliado para que o motor receba o �novo� comando de v�lvulas:
Vedadores de �leo - Devem ser novos. Usar os aplic�veis nos motores a gasolina por serem menores.
Balancins - Novos ou retificados. Sempre em m�quinas espec�ficas e nunca manualmente.
Pastilhas de apoio dos Balancins - Instalar novas.
Guias de V�lvulas - trocar se estiverem gastas. A sua montagem deve ser verificada quanto a sua altura livre at� o prato de molas superior. Com o vedador montado o espa�o livre n�o deve ser inferior a 12/13mm. A sua usinagem para aumento desta folga pode ser necess�ria.
Molas de v�lvulas - Trocar por novas, originais. Se o motor for muito rodado e para evitar quebras por fadiga de material, preferencialmente n�o instalar molas mais fortes, pois os conjuntos mec�nicos s� entram em flutua��o acima de 7000 rpm.
Prato superior de mola - Devem ser usinados em at� 2mm em sua parte inferior, caso a dist�ncia at� o vedador seja inferior a 12mm. A maior parte dos perfis oferece geometricamente uma movimenta��o de v�lvulas de at� 11,5mm.
Correia do comando - Instalar nova.
Valvulas e sedes de valvulas - Retificar e assentar para obter uma vedação perfeita. O aumento da distancia entre o vedador e o prato de mola pode ser conseguido com esta usinagem. Esta operação influi de maneira significativa no valor relativo do levante de válvula. Quanto mais �dentro� se sua sede ficar a valvula, menor o levante de v�lvula alcan�ado, mas em contra partida, melhor ser� a geometria de funcionamento dos balancins.
Toda a montagem de um comando especial, pressupô�e sempre numa melhor performance do motor e isso esta� relacionado com a vida �til do motor, que tem que ser a maior possivel. Seguindo essas dicas seu motor vai ter uma pequena redução na vida util, pois todas as medidas foram tomadas para que n�o haja quebras. Se você� for um motorista que respeita o limite de rota��o do motor e fizer a manutenção preventiva e usar oleo de boa qualidade, provavelmente seu motor vai durar por muitos e muitos km.
terça-feira, 15 de abril de 2008
Chevetteiros Ceará
Tribo não é só uma denominação indígena, mas também do universo do automobilismo. Conheça a tribo dos apaixonados pelo Chevette, os chevetteiros
Oicialmente, o “Clube dos Chevetteiros.CE” foi fundado quase recentemente, em 2006, ano passado. Mas o amor pelo modelo Chevette -aquele carro que quando surgiu no País nos fazia lembrar um sapo - remonta desde quando eles eram crianças. Bom, isso é o que declara Leopoldo Barreto, o vice-presidente da organização.
“O objetivo da criação do Clube foi agregar pessoas que têm uma afinidade pela marca e modelo do carro. Na verdade, chamo isso mais do que afinidade, chamo isso de veneração”, explica ele, empolgado.
Nesses encontros - sempre realizados uma vez a cada mês, no estacionamento do Hiper Mercantil, da Av. Bezerra de Menezes - através de um bom bate-papo, eles chegam a trocarem idéias, informações e dicas sobre determinadas peças da marca. “Vira uma questão de hobbie. Tem gente que investe em acessórios valores que te chamariam de doido, até mais que o valor real do carro”, diz. Como xodó, expõem sempre o Chevette Tubarão 74.
Foi nessas reuniões que, estruturalmente, a idéia do Clube adquiriu forma. “A amizade, sem dúvida, foi um ponto preponderante para que isso acontecesse e o Chevette foi o ponto de partida”, reflete. De acordo com seus cálculos, a média é de 30 Chevettes e seus donos, em cada encontro.
Atualmente, o Clube contabiliza 56 associados cadastrados, de carteirinha. Na hieraquia, encontra-se o presidente, o vice, os diretores de marketing, comercial e o tesoureiro.
Leopoldo conta que já possuiu cinco carros e, imaginem, todos chevettes! “É um carro bom, fácil de adquirir economicamente justamente pela questão de ser bastante barato: de colocar acessórios, de fazer a manutenção, enfim, várias outras coisas que unificadas reforçam o apego ao carro”, salienta o vice-presidente.
O presidente dos “Chevetteiros. CE”, Jarbas Glauber, em termos de números, não fica para atrás, pelo contrário, supera seu vice. Em seu currículo, ele já teve oito Chevettes em sua vida. “O amor pelo veículo veio desde quando meu avô falava que o modelo era bom. Depois, meu pai comprou um. Por conseqüência, em vez de ser um fusquinha, o Chevette Copacabana bege 79 foi o meu primeiro carro”, lembra.
Num mundo globalizado como o nosso, os Chevetteiros.Ce estão também bastante antenados, com uma página eletrônica“www.chevetteiros-ce.cjb.net”. Via internet, diariamente, eles fazem intercâmbio com outros internautas de vários estados que possuem clubes de Chevettes, como Curitiba, Rio de Janeiro e São Paulo, dentre outros.
Nas regiões Sul e Sudeste, as associações que reúnem Chevettes são mais organizadas e volumosas, confessa Glauber. O clube mais conhecido do modelo fica no Paraná, denominado Os Cheveteiros de Curitiba.
Em Fortaleza, quem tem um Chevette na garagem e deseja virar sócio, o associado terá uma série de vantagens, afirma Leopoldo. Uma delas é o “socorro chevetteiro”, que resgatará, em caso de prego, o associado onde estiver.
Para isso, o futuro membro deverá preencher uma ficha e pagar uma taxa de inscrição que dá direito a adesivos, camisas e chaveiros. A mensalidade girará em torno de R$ 10 para a manutenção (site, material para a divulgação) do Clube.
Segundo Glauber, os chevetteiros também não esqueceram o lado social, a solidariedade. “Parte desse valor, do fundo de caixa, será doado a instituições de caridade”, finaliza o presidente. Quem gosta de Chevette não pode perder a oportunidade de entrar no Clube.
FIQUE POR DENTRO
A história de um sedan da Chevrolet
O Chevrolet Chevette foi um veículo da General Motors, lançado no Brasil, em 1973, como um sedan de duas e (mais tarde) quatro portas, esta última pouco vendida.
O Chevette também teve versões hatchback e station wagon, esta chamada de Marajó, ambas com duas portas. Também teve uma picape, a Chevy 500 (de 1983 a 1995). Foi equipado com motores de 1.0 (só o Júnior), 1.4 e 1.6 (carburação simples ou dupla ´S´) litro, a gasolina e a álcool.
A última unidade do Chevette no Brasil saiu da fábrica em 12 de novembro de 1993. No entanto, teimando contra o tempo, é comum encontrá-los trafegando pelas ruas e estradas, uma vez que foi um modelo que alcançou um expressivo número de vendas: cerca de 1,6 milhões de unidades e demonstrou ser bastante robusto, arrebatando uma legião de fãs. O Corsa da segunda geração tornou-se seu sucessor no Brasil.
É bom lembrar que o Chevette negociado no Brasil foi essencialmente o Opel Kadett da geração ´C´, vendido na Europa. Nos bastidores, comenta-se que a americana GM não lançou o carro com o mesmo nome no Brasil, porque temiam algum tipo de problema ou associação com o governo militar então vigente.
Anos mais tarde, em 1989, o Chevette viria a coexistir com o Kadett ´E´ (lançado na Europa, em 1984) no Brasil.
sábado, 29 de março de 2008
Complexo Industrial da GM completa 75 anos

Nesta unidade foi produzido o primeiro automóvel Chevrolet no país, o Opala, e de lá sairá neste ano o moderno modelo Novo Vectra.
O Complexo Industrial da GM de São Caetano do Sul completou 75 anos de atividades nesta sexta-feira (12/08).
Inaugurada oficialmente no dia 12 de agosto de 1930, a fábrica registra em sua história o fato de ter produzido o primeiro automóvel Chevrolet no país, o lendário Opala, que ficou no mercado no período de 1968 a abril de 1992, com a marca de 1 milhão de unidades. Nos próximos meses, também desta unidade, sairá o moderníssimo modelo Novo Vectra, a ser lançado no mercado no último trimestre de 2005.
"A GM tem muito orgulho da unidade de São Caetano do Sul, uma das poucas do mundo que possui muita flexibilidade de produção e chega a montar até cinco modelos na mesma linha", destaca Ray Young, presidente da General Motors do Brasil e Mercosul. Atualmente a fábrica de São Caetano produz o Classic, Corsa hatchbach e sedã e Astra. A segunda geração do Vectra no Brasil foi descontinuada e, nos próximos meses será substituído pelo Novo Vectra.
José Carlos Pinheiro Neto, vice-presidente da GM do Brasil, acrescenta que "os 75 anos da fábrica representam um marco de grande importância na história da empresa". Segundo ele, "desde a chegada da empresa ao município e até hoje, sempre prevaleceram a convivência pacífica e uma efetiva parceria com a comunidade, que resultaram no crescimento econômico da GM e da economia da cidade e também da Região do ABC".
História de conquistas e inovações
A General Motors do Brasil é a maior subsidiária da Corporação na América do Sul e segunda maior operação fora dos Estados Unidos depois da Opel, na Alemanha, a subsidiária européia da General Motors Corporation - e comemora, em 2005, 80 anos de atividades no país.
A GM alcançou em 2004 uma inédita liderança da empresa no mercado brasileiro total, com uma participação de 23,1% e vendas de 364.22 veículos. Em 2005, segundo Ray Young, continuamos com a nossa estratégia de oferecer produtos com tecnologia, qualidade, desempenho e segurança: "Continuamos a investir no lançamento de novos produtos, com design e tecnologia de ponta, bem como no aprimoramento das nossas operações fabris".
A empresa foi fundada em 1925 em galpões alugados no bairro do Ipiranga, em São Paulo. No começo, as atividades consistiam na montagem de veículos importados dos Estados Unidos. Após cinco anos, a GMB inaugurava oficialmente, em 1930, sua primeira fábrica, em São Caetano do Sul.
Em 1958 começou a operar a segunda fábrica, em São José dos Campos (SP). Inicialmente dedicada à linha de caminhões e comerciais leves, ela foi inaugurada oficialmente um ano depois pelo então presidente da República Juscelino Kubitschek.
Desde então, não parou mais de fabricar veículos que se transformaram em sucessos de vendas. Em 1973 lançou o Chevette, que acumulou vendas superiores a 1,2 milhão de unidades, até ser substituído pelo Corsa em 1994, primeiro veículo popular com injeção eletrônica de combustível. No ritmo do mesmo sucesso vieram a seguir Monza, Kadett e S10. Em junho de 2000 inaugurou o Complexo Industrial Automotivo de Gravataí (RS), onde produz o Celta, que completou recentemente 500 mil veículos produzidos.
Hoje, com 80 anos de história no País, emprega 21.700 funcionários em todo o país e possui a mais completa linha de veículos do mercado nacional, exporta para vários países do mundo, além, é claro, de oferecer 535 pontos de vendas em todo o território brasileiro, por meio da Rede de Concessionárias Chevrolet.


